A divisão do trabalho doméstico entre o marido e a esposa está diretamente relacionada a produtividade do trabalho de cada um dos membros do casal dentro e fora de casa. Por exemplo, se no mercado de trabalho o homem é muito produtivo (recebe melhor salário) e a esposa não, é compreensível que a mulher fique em casa e tome conta dos filhos, já que o custo da creche deve ser levado em conta, e a mulher teria uma vantagem comparativa em cuidar dos filhos. Essa é basicamente a teoria econômica por traz da escolha da divisão de trabalho entre casais.
No mundo moderno, essa divisão tende a ser 50% e 50%, já que a diferença salarial e de educação entre homens e mulheres estão cada vez menores. Entretanto, a divisão do trabalho doméstico sofre com algumas barreiras culturais (não-econômicas). Isso ocorre mesmo quando ambos trabalham, resultando na chamada "jornada dupla" feminina.
O Fantástico da semana passada mostrou uma reportagem, comentada pela economista Regina Madalozzo do IBMEC-SP, sobre os hábitos dos brasileiros. Segue o vídeo abaixo:
A reportagem aponta que as mulheres gastam de 3 a 4 vezes mais horas executando trabalhos domésticos do que os homens. É muito difícil argumentar que essa desproporção seja somente vantagem comparativa. A pesquisa mostrou também diferenças regionais. No sul do país as tarefas são mais divididas. É um resultado esperado, na medida que os anos de escolaridade da mulher também são maiores naquela região.
Essa semana a CNN também fez uma reportagem sobre a divisão das tarefas do lar. Segundo a reportagem:
"Men are doing more than they used to, according to findings released in April by the University of Michigan's Institute for Social Research. For example, in 1976, men did about six hours of housework per week; in 2005, that had increased to about 13 hours. Women, meanwhile, decreased their weekly housework from 26 hours in 1976 to 17 hours in 2005. Researchers based their conclusions on economic, health and social data collected on 8,000 American families since 1968."
É a teoria econômica explicando a divisão do trabalho. Mas um detalhe, psico-sociológico ou comportamental, foi esquecido pelos economistas e pode ser a melhor forma de convencer seu marido a ajudar no trabalho doméstico. Segundo a reportagem da CNN:
"A guy can be completely stressed out and want to have sex to burn it off, but women are not wired like that," says Coleman, who is also a member of the Council on Contemporary Families, a nonprofit research organization. Instead, he says, women need to feel relaxed in order to feel sexy -- and it's hard to unwind when there are chores to be done and a husband who's oblivious to them.
Leia a reportagem da CNN clicando AQUI.
No mundo moderno, essa divisão tende a ser 50% e 50%, já que a diferença salarial e de educação entre homens e mulheres estão cada vez menores. Entretanto, a divisão do trabalho doméstico sofre com algumas barreiras culturais (não-econômicas). Isso ocorre mesmo quando ambos trabalham, resultando na chamada "jornada dupla" feminina.
O Fantástico da semana passada mostrou uma reportagem, comentada pela economista Regina Madalozzo do IBMEC-SP, sobre os hábitos dos brasileiros. Segue o vídeo abaixo:
A reportagem aponta que as mulheres gastam de 3 a 4 vezes mais horas executando trabalhos domésticos do que os homens. É muito difícil argumentar que essa desproporção seja somente vantagem comparativa. A pesquisa mostrou também diferenças regionais. No sul do país as tarefas são mais divididas. É um resultado esperado, na medida que os anos de escolaridade da mulher também são maiores naquela região.
Essa semana a CNN também fez uma reportagem sobre a divisão das tarefas do lar. Segundo a reportagem:
"Men are doing more than they used to, according to findings released in April by the University of Michigan's Institute for Social Research. For example, in 1976, men did about six hours of housework per week; in 2005, that had increased to about 13 hours. Women, meanwhile, decreased their weekly housework from 26 hours in 1976 to 17 hours in 2005. Researchers based their conclusions on economic, health and social data collected on 8,000 American families since 1968."
É a teoria econômica explicando a divisão do trabalho. Mas um detalhe, psico-sociológico ou comportamental, foi esquecido pelos economistas e pode ser a melhor forma de convencer seu marido a ajudar no trabalho doméstico. Segundo a reportagem da CNN:
"A guy can be completely stressed out and want to have sex to burn it off, but women are not wired like that," says Coleman, who is also a member of the Council on Contemporary Families, a nonprofit research organization. Instead, he says, women need to feel relaxed in order to feel sexy -- and it's hard to unwind when there are chores to be done and a husband who's oblivious to them.
Leia a reportagem da CNN clicando AQUI.
1 comentários:
ou seja:
As mulheres tão estudando mais (vide o pos sobre o numero de de formandas em matemática) querendo ganhar mais ppr serem efetivas no trabalho (vide post sobre bônus para as professoras), tendo menso filhos "para criar" (vide post sobre a taxa de natalidade) e ainda assim tu me arranja uma reportagem que diz que o homem tem que passar a roupa para aumentar o apetite sexual da patroa.
Vou ficar uns tres dias sem ler teu blog pois estou em depressão, hehehehehe.
Abraço
André
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