Paulo Sant'Ana analisa uma das conseqüências da greve dos Correios:
"Se os Correios não estão entregando as correspondências ou atrasam a entrega, não tem explicação que o Banco Central não tenha ainda baixado a medida de que podem as contas serem pagas com atraso, sem qualquer prejuízo para os destinatários.
É brutal que as pessoas tenham de pagar juros por contas atrasadas por culpa dos Correios.
Evidentemente que com esses transtornos causados a toda a população, obrigada a pagar contas atrasadas por culpa da não-entrega em prazo hábil pelos Correios dos folhetos de recibos, que a greve dos postadores e dos carteiros ganha mais força e mais poder de barganha.
Só que os Correios são uma empresa estatal. Portanto, o atraso na entrega das correspondências é de responsabilidade do governo."
É fato, talvez depois deste episódio as pessoas comecem a repensar a necessidade de um monopólio estatal no envio e entrega de correspondências.
"Se os Correios não estão entregando as correspondências ou atrasam a entrega, não tem explicação que o Banco Central não tenha ainda baixado a medida de que podem as contas serem pagas com atraso, sem qualquer prejuízo para os destinatários.
É brutal que as pessoas tenham de pagar juros por contas atrasadas por culpa dos Correios.
Evidentemente que com esses transtornos causados a toda a população, obrigada a pagar contas atrasadas por culpa da não-entrega em prazo hábil pelos Correios dos folhetos de recibos, que a greve dos postadores e dos carteiros ganha mais força e mais poder de barganha.
Só que os Correios são uma empresa estatal. Portanto, o atraso na entrega das correspondências é de responsabilidade do governo."
É fato, talvez depois deste episódio as pessoas comecem a repensar a necessidade de um monopólio estatal no envio e entrega de correspondências.
2 comentários:
Tb acho um absurdo..
Outra vez li no jornal que mesmo que não venha pelos correios a fatura ou conta para pagar, o consumidor deve procurar a empresa no dia do vencimento e efetuar o pgto lá mesmo.
[]'s
Cibele Bastos.
Repensar eu fiz nos tempos da privatização da CVRD, hoje eu não repenso, eu dispenso.
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