Rearranjo Internacional


Já escrevemos aqui sobre a tese do descolamento. A idéia é simples, na medida que as economias emergentes crescem sucessivamente a taxas maiores que as desenvolvidas, o peso relativo destas diminui. Isso possibilita que conseqüências econômicas sejam distintas durante períodos de crise. Em particular, as economias emergente se tornam menos sensíveis a choques vindos dos países desenvolvidos.

Essa tese é sempre acompanhada de muita desconfiança, especialmente devido as condições institucionais de países como China, Índia e Brasil. Mas, aos poucos, o mercado (muito antes dos economistas da academia) começa a acreditar na tese do descolamente.

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